SÉTIMA TOP Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de Artes e Atualidades. É mantido por alunos de uma turma de 8º ano do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica. Imagem: Romero Britto, Mistura de Raças
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O terror das selfies
Para esclarecer, é uma espécie de autorretrato fotográfico tirada com uma câmera segura ao comprimento do braço e normalmente incluem apenas o fotógrafo ou o número de pessoas que pode estar em segundo plano (selfie de grupo). Tem também as de espelho, normalmente fazendo pose e beiço.
Embora a maioria faça uma selfie ‘apenas para aparecer’, como dizia meu pai, atualmente, “aparição” quase sempre vem associada à avaliação financeira e quase tudo na atualidade pode ser transformado em moeda, sendo valorada.
Vejamos a selfie mais famosa e valiosa até o momento, protagonizada na 86ª cerimônia de entrega dos Academy Awards, mais conhecido como Oscar 2014, ocorrido em março deste ano. Na ocasião, a apresentadora principal, Ellen DeGeneres, fez uma selfie com um grupo de vencedores do certame, tendo mais de 2,7 milhões de compartilhamentos.
Tirada por um celular da Samsung, chegou a congestionar o Twitter o que fez com que a ação publicitária fosse avaliada a algo entre 800 milhões a 1 bilhão de dólares.
Desde então virou uma febre sem precedentes na história recente da humanidade. Em qualquer lugar público que se vá, há pessoas fazendo caras e bocas, sozinhos ou acompanhados, e postando na net.
Ocorre que os limites da boa conduta também se quebraram nesse ambiente. Nacionalmente temos pelo menos dois episódios esdrúxulos.
O primeiro é o da morte do então candidato à presidência da república Eduardo Campos. Quando no seu velório foram feitas inúmeras selfies, inclusive e principalmente de pessoas famosas e muitas autoridades, que sem medo do ridículo faziam, ora cara de choro, ora de felicidade. Os motivos de um e de outro é que não se ficou sabendo ao certo.
As mais recentes, deste final de semana, foram as selfies das pessoas votando. Obviamente que está embutido nesse ato o orgulho de votar e devemos mesmo tê-lo, como país democrático que somos. Mas a questão deveria se encerrar aí.
É tão séria esta questão que a Polícia Federal (PF) criou inclusive uma ação específica para conter o crime. É a Operação Selfie na Urna que foi postada no perfil da PF no Instagram, tendo um aviso que selfie em votação é crime e pode render ao incauto pena de dois anos e multa, conforme a Lei 9.054.
Há outro alerta importante a ser considerado. Se nem mesmo os adultos tem noção do nível de exposição que fazem nas selfies e dos perigos que representam esses arroubos fotográficos, o que esperar das crianças e adolescentes, cada vez mais expostos ao ambiente virtual, mas que tem tudo de real.
Já existem até algumas variantes (ou subgêneros, como gostam de falar o pessoal ligado), como “belfie” (selfie do bumbum) e o “helfie”, que é para mostrar um novo corte de cabelo. Cada uma!!!!
As empresas, não diferente do que ocorre no ambiente pessoal também podem ser vítimas de ações incautas de colaboradores se expondo em atitudes inadequadas no ambiente de trabalho ou mesmo expondo processos para concorrentes.
Ou de outro, se bem coordenadas, podem ter grande utilidade como elemento estratégico para melhorar o nível de exposição e visualização das atividades das empresas, bem como de seus clientes, colaboradores e demais stakeholders.
Como elemento de marketing permite a aproximação com o público alvo, faz com os clientes percebam os bastidores da empresa tornando mais humana a percepção ou mesmo clientes fazendo uso dos produtos, materializando a identidade organizacional.
O que não vale em nenhum dos casos, são os exageros, sejam eles nos ambientes pessoais ou profissionais. No ambiente cotidiano ou no espaço reservado, use com parcimônia, como recomenda um comercial de bebidas.
http://www.atribunamt.com.br/2014/10/o-terror-das-selfies/
artes livre
É justamente isso o motivador do trabalho de Lepage que, por extensão, busca compreender o mundo. Em Espadas, a ação faz um paralelo entre duas cidades construídas no deserto, Las Vegas e Bagdá. A primeira, por conta de sua arquitetura fake, desponta como uma caricatura do mundo ocidental, enquanto Bagdá é a capital bombardeada pelo governo americano em nome da democracia. "É esse jogo de aparências que marca o espetáculo", conta Lepage. "Durante um fim de semana, diversos personagens se refugiam na cidade americana em busca de ilusões, mesmo que outra cidade no outro lado do mundo esteja sendo bombardeada."
Já Copas amarra Argélia, França, a cidade canadense de Quebec e a Primavera Árabe, em dois tempos, 2011 e 1856. Na época mais recente, surge Chaffik, jovem magrebino que trabalha como motorista de táxi no Canadá e que decide investigar sua árvore genealógica para desvendar o mistério do desaparecimento do avô.
Logo, ele descobre uma conexão com o famoso mágico francês Houdini que, em 1856, foi enviado pelo governo do seu país à Argélia, para rivalizar com o poder espiritual e mágico dos marabutos (eremita considerado santo por habitantes da região noroeste da África). "A relação entre eles em pouco tempo torna-se visível, não apenas por questão familiar, mas também por magia, crenças e fé", argumenta Lepage.
As fronteiras do tempo se esfumaçam e a Argélia colonial e suas ruelas se confundem com o mundo dos mágicos franceses (Robert-Houdin, Méliès), e de suas ligações com a ciência e o cinema. "Para esses espetáculos, adoto o formato arena, com o público cercando o palco como em um ringue de boxe", diz o diretor.
"Além de permitir que o espectador se sinta dentro da cena, há uma verticalidade que, metaforicamente, pensemos no céu e no inferno. Também o ator é obrigado a ter um maior domínio de espaço, pois sempre estará cercado de público, e a saber utilizar a voz com precisão."
No comando de um grande número de técnicos e atores, Lepage diverte-se ao se ver no meio de um caos organizado. "Sei que é um paradoxo, mas o caos é o início de tudo", justifica. "Quando começo o processo, não sei para onde vamos, mas sei que será um caminho louco."
ATUALIDADES - Todos pela qualidade
A forma como a escola usa o espaço, as relações interpessoais e a interação com a comunidade também são importantes na Educação das crianças
A maneira como diretor, professores e funcionários enxergam os alunos é outro ponto que pode determinar o funcionamento do ambiente. "É muito comum vermos equipes que parecem lidar com "alunos invisíveis", condenados a usar banheiros sujos, comer com o prato na mão, de quem se pode falar mal em sua frente, como se não estivessem lá", afirma a consultora pedagógica do Centro de Documentação para a Ação Comunitária (Cedac), Maria Maura Barbosa. "O que existe é uma responsabilização do aluno (que é visto como quem depreda, é mal-educado) ou da comunidade (que é carente e violenta) pelas más condições da escola."
O gestor é o responsável pela criação de um ambiente acolhedor, que viabilize o trabalho educacional, cumprindo o projeto pedagógico da escola. Mas é essencial que ele envolva equipe, pais e alunos em torno desse objetivo. "Todos os atores da comunidade escolar ensinam e aprendem. E os espaços e práticas atitudinais também educam", diz Bianca Cristina Correa, especialista em gestão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
Por isso, o diretor deve estar muito atento ao que se transmite "nas entrelinhas" dos processos e das relações interpessoais que se estabelecem na escola. Seu desafio é o de coordenar diferentes gestões - equipe, espaços, parcerias, recursos - para promover a aprendizagem das turmas. "As questões burocráticas e administrativas são apenas meios para concretizar as propostas pedagógicas"
http://revistaescola.abril.com.br/
artes
Segundo turno
Aécio supera Marina na reta final e vai ao segundo turno contra Dilma
Do UOL, em São Paulo
A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, e o senador Aécio Neves (PSDB) disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 26 de outubro. O candidato tucano ultrapassou a ex-senadora Marina Silva (PSB) na reta final da campanha.
Com 100% das urnas apuradas, Dilma obteve mais de 43,2 milhões de votos (41,6%) contra 34,9 milhões de Aécio (33,5%) e 22,2 milhões de Marina (21,3%).
Aécio aparecia em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto até amorte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato pelo PSB, em um acidente aéreo em Santos, no litoral paulista, em 13 de agosto.
Marina passou, então, de vice a cabeça de chapa do PSB e logo tomou o segundo lugar do tucano na preferência dos eleitores. A ex-ministra do Meio Ambiente chegou a ficartecnicamente empatada com Dilma em primeiro lugar no começo de setembro.
Alvo de ataques da petista e do tucano, Marina perdeu terreno e acabou superada por Aécio. O empate técnico entre os dois, que marcou o início davirada de Aécio, foi registrado pela primeira vez na pesquisa Datafolhadivulgada na última quinta-feira (2).
Com a virada na reta final, o senador mineiro evitou um fiasco histórico para o PSDB. Fundado em 1988, o partido só saiu derrotado da disputa presidencial no primeiro turno em 1989 – na ocasião, o candidato tucano era Mário Covas.
O segundo turno está marcado para o dia 26 de outubro, o último domingo do mês. No horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, o tempo dos programas será dividido igualmente entre as candidaturas. Cada uma terá dez minutos por edição.
Artes- Cao Guimarães
O meu conceito de gambiarra é algo em constante ampliação e
mutação. Ele deixa de ser apenas um objeto ou engenhoca perceptível na
realidade e se amplia em outras formas e manifestações como gestos, ações,
costumes, pensamentos, culminando na própria idéia de existência. A
existência enquanto uma grande gambiarra, onde não cabe a bula, o manual
de instrução, o mapa ou o guia. A gambiarra enquanto ‘phania’ ou expressão,
uma manifestação do estar no mundo. A gambiarra é quase sempre um
‘original’ e não uma cópia, uma reprodução. E por isso é uma entidade viva,
em constante mutação. Registrá-la é torná-la reproduzível, multiplicá-la