segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Oficinas de Artes estão com inscrições abertas em Rio das Ostras

As vagas para as oficinas livres de artes da Fundação Rio das Ostras de Cultura já podem ser garantidas. Os cursos acontecem na Casa de Cultura Bento Costa Junior e no Centro de Formação Artística do município. As aulas começaram na última segunda-feira (4), mas ainda é possível se inscrever.
“O curso é diferenciado e sem etapas específicas. Por termos poucos alunos em sala é possível dar atenção a todos e passar as informações para aqueles que chegarem depois. Ainda temos vagas, mas o limite é de 20 alunos por turma então é preciso correr para não ficar de fora”, diz Cássia Moraes Liu, comunicóloga da Fundação Rio das Ostras de Cultura.
As vagas são destinadas para oficinas de instrumentos, canto, dança, pintura, desenho, fotografia, maquiagem e teatro. Os cursos, que tem duração variada, custam o valor fixo de R$70 mensais e estão garantidos até o fim deste ano. As aulas poderão ser assistidas uma vez por semana em dois turnos, o horário da manhã de 9h30 às 11h30 e a tarde 14h às 16h.
O fotógrafo Flávio Ferreira é um dos professores das oficinas oferecidas e está animado com o projeto. “O curso tem uma característica de preços populares e não há restrições quanto a faixa etária dos alunos. Quem se interessar, pode participar das aulas com qualquer tipo de câmera digital, desde um celular até uma semi profissional. É um curso fundamental de fotografia digital. Em 2012 tivemos oficinas como estas e foi um sucesso e a procura muito grande e estamos tendo o mesmo retorno este ano”, afirma ele.

O investigador José Brandão afirma que, “desde o século XII, Portugal tem vivido sucessivamente em dificuldades económicas com uma população suportando más condições de vida”, e que não houve ainda um programa eficaz de combate à pobreza.

O investigador faz estas afirmações na obra “A História da Pobreza em Portugal. Nove séculos de bancarrotas, resgates e má gestão, de Afonso Henriques à ‘troika’ dos nossos dias”, publicada pela editora Saída de Emergência.
“Desde os primórdios da nossa origem histórica, que a pobreza existente no reino advém como preocupação constante dos reis e das rainhas portugueses", afirma o autor, referindo que, “ao contrário do que sucede na maior parte dos países industrializados, a atenção dada à pobreza nos debates políticos e nas políticas governamentais tem ficado entre nós aquém do que seria de esperar”.
José Brandão, autor de obras como “Sidónio – Contribuição para a História do presidencialismo” e “Carbonário – O Exército secreto da República”, afirma que, em Portugal, ainda não foi “concebido, organizado nem implementado um programa de ação suscetível de defrontar, de forma eficaz e integrada, os problemas da pobreza em Portugal”.
Para o autor, “a primeira década do século XXI esgotou-se sem honra nem glória” e, 40 anos passados sobre a Revolução de Abril, um “processo de transformação social que visou, no essencial, melhorar as condições de vidados mais desfavorecidos, é difícil apontar um Governo que tenha conferido ao combate á pobreza necessária prioridade”.
José Brandão salienta que, actualmente, são “muitas as queixas e desilusões que nos ensombram a vida”.
O autor afirma que a obra aborda, “sem complexos nem exageros”, a “pobreza e todo o rosário de flagelos que a ela estão ligados”, disponibilizando ao leitor “um conjunto de explanações que, cinzeladas na mestria da simplicidade, o remetem para uma leitura escorreita”, alertando que é uma “sucessão de páginas carregadas de dramatismo impressionante”.
Cronologicamente, esta obra começa com a condessa D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, quando, em 1117, doou terras a um proprietário da zona do rio Vouga, dando este, como contrapartida, “manter aberta uma albergaria para acudir não só aos necessitados viajantes, mas também aos pobres e doentes”.
Do século XII ao XXI, remetendo cada século num capítulo, o investigador vai dando conta das condições socioeconómicas que se viviam, as medidas tomadas para combater a pobreza e algumas figuras que se destacaram nesse combate.
Considera José Brandão que, “habitando num ponto extremo da Europa, os portugueses têm de suportar todo o tipo de dificuldades para garantir a sua existência como Estado autónomo” e, neste sentido, “pagam bem caro o preço da sua teimosia em querer ter vida própria”, já que desde a sua fundação, o país “tem vivido sucessivamente em dificuldades económicas”.
José Brandão, de 66 anos, ex-sindicalista, tem escrito amiúde na imprensa nacional e, entre outras obras, publicou “Suicídios famosos em Portugal”, “Portugal trágico – O regicídio” e “Este é o Reino de Portugal”, obra que reúne cerca de 30 testemunhos de viajantes estrangeiros sobre o país, entre os quais o espanhol Miguel de Unamuno, o dinamarquês Hans Christian Andersen e o britânico William Beckford.
Diário Digital com Lusa

Copiar o trabalho realizado pela Alemanha na formação de jogadores não passa pela cabeça de Alexandre Gallo, coordenador das seleções de base da CBF. O dirigente acredita ser impossível implementar no Brasil o sistema utilizado pelo país europeu e que resultou na formação da equipe que conquistou o título da Copa do Mundo. "A Alemanha é do tamanho do estado de São Paulo. Eu tive contato com o pessoal que está fazendo o trabalho na Suíça, que é menos ainda, e eles dividiram o país em três. É impossível [apenas copiar o sistema], pois nossa estrutura é outra, nosso calendário é outro", disse Gallo, em entrevista a TV Bandeirantes. O sistema de formação de novos talentos implementado pela Alemanha a partir de 2002 tem recebido diversos elogios desde a conquista do título mundial. O trabalho foi responsável pelo surgimento de jogadores como os meias Kroos e Götze, o volante Schweinsteiger e o goleio Neuer, entre outros. "Temos que entender que a Alemanha pegou uma geração muito boa de atletas. Perderam algumas competições, mas é uma geração muito boa. O Brasil também tem trabalhos muitos bons na base, em grandes clubes. E é importante que os clubes invistam neste trabalho, coloquem profissionais capacitados. E precisamos de atletas que sejam bons tecnicamente e que também sejam comprometidos", comentou Gallo. Apesar das derrotas para Alemanha e Holanda na reta final da Copa do Mundo, Gallo não crê que o Brasil tenha material humano pior que o dos rivais. Segundo o dirigente da CBF, o país continua revelando jogadores talentosos, que fazem a diferença no futebol internacional. "Quando você viaja, como eu fiz, para a Europa, vai ver que os expoentes são brasileiros, argentinos, colombianos. Ainda temos o talento. E o talento sempre vai estar um passinho à frente. Antes, eram seis, mas ainda fica um", afirmou. Gallo ainda comentou sobre sua relação com Dunga, novo técnico da seleção principal. O dirigente se colocou à disposição para ajudar no processo de renovação da equipe, mas afirmou que seu trabalho é mais focado na melhora das categorias de base. "Tem que existir uma relação clara e aberta [com o Dunga]. Tenho que servir o Dunga quando ele achar importante. Mas eu tenho que fazer um trabalho importante, de grão de areia, para formar os atletas", disse Gallo.

Copiar o trabalho realizado pela Alemanha na formação de jogadores não passa pela cabeça de Alexandre Gallo, coordenador das seleções de base da CBF. O dirigente acredita ser impossível implementar no Brasil o sistema utilizado pelo país europeu e que resultou na formação da equipe que conquistou o título da Copa do Mundo.
"A Alemanha é do tamanho do estado de São Paulo. Eu tive contato com o pessoal que está fazendo o trabalho na Suíça, que é menos ainda, e eles dividiram o país em três. É impossível [apenas copiar o sistema], pois nossa estrutura é outra, nosso calendário é outro", disse Gallo, em entrevista a TV Bandeirantes.

O sistema de formação de novos talentos implementado pela Alemanha a partir de 2002 tem recebido diversos elogios desde a conquista do título mundial. O trabalho foi responsável pelo surgimento de jogadores como os meias Kroos e Götze, o volante Schweinsteiger e o goleio Neuer, entre outros.

"Temos que entender que a Alemanha pegou uma geração muito boa de atletas. Perderam algumas competições, mas é uma geração muito boa. O Brasil também tem trabalhos muitos bons na base, em grandes clubes. E é importante que os clubes invistam neste trabalho, coloquem profissionais capacitados. E precisamos de atletas que sejam bons tecnicamente e que também sejam comprometidos", comentou Gallo.

Apesar das derrotas para Alemanha e Holanda na reta final da Copa do Mundo, Gallo não crê que o Brasil tenha material humano pior que o dos rivais. Segundo o dirigente da CBF, o país continua revelando jogadores talentosos, que fazem a diferença no futebol internacional.
"Quando você viaja, como eu fiz, para a Europa, vai ver que os expoentes são brasileiros, argentinos, colombianos. Ainda temos o talento. E o talento sempre vai estar um passinho à frente. Antes, eram seis, mas ainda fica um", afirmou.
Gallo ainda comentou sobre sua relação com Dunga, novo técnico da seleção principal. O dirigente se colocou à disposição para ajudar no processo de renovação da equipe, mas afirmou que seu trabalho é mais focado na melhora das categorias de base.
"Tem que existir uma relação clara e aberta [com o Dunga]. Tenho que servir o Dunga quando ele achar importante. Mas eu tenho que fazer um trabalho importante, de grão de areia, para formar os atletas", disse Gallo.

‘Brasil é a potência que modela a globalização’

Embaixador da Alemanha, Wilfried Grolig, considera comércio entre países muito bem-sucedido, com volume significativo de negócios
Adriana Lampert
MARCELO G. RIBEIRO/JC
Brasil é o principal parceiro na América do Sul, destacou o diplomata
Brasil é o principal parceiro na América do Sul, destacou o diplomata
O Brasil deve participar de forma mais ativa na busca de soluções para desafios mundiais envolvendo desde questões climáticas até a balança comercial e o crescimento da economia global, sugeriu o embaixador da Alemanha no País, Wilfried Grolig, durante palestra realizada na quinta-feira, em Porto Alegre. “O Brasil é um parceiro importante para moldar as estruturas internacionais do futuro, modernizadas no contexto das Nações Unidas”, reforçou o diplomata, que falou a uma plateia formada por autoridades, empresários e representantes de entidades ligadas à cultura germânica, a convite da Câmara Brasil-Alemanha, dentro da programação de comemorações dos 190 anos da imigração alemã no Rio Grande do Sul.

Avaliando as relações bilaterais entre Brasil e Alemanha, Grolig destacou que os dois países mantêm negociações muito bem-sucedidas, e com volume significativo. “Atualmente, contamos com a presença de 50 empresas brasileiras na Alemanha, sendo que o investimento mais significativo fica por conta da Braskem”, lembrou Grolig. Ao apontar que uma “parceria econômica de sucesso deve sempre trilhar um caminho de mão dupla”, o diplomata destacou que não é possível considerar resultados definitivos das relações entre os dois países, mas lembrar que neste sentido o processo é sempre contínuo. “Em termos de finanças de intercâmbio comercial, ocorrem algumas mudanças na balança, dependendo do período”, exemplificou.

Grolig defendeu a flexibilidade e a liberdade do comercio bilateral para impulsionar o crescimento e salientou que o Brasil é o parceiro mais importante da Alemanha na América do Sul.  “Para a Alemanha, é importante fechar acordo entre União Europeia e o Mercosul. Devemos fazer tudo o que for possível para que este pacto ocorra, caso contrário, haverá risco de não exportarmos completamente o potencial que vemos no Brasil”, admitiu o diplomata, ao observar que negociações bilaterais do gênero são “complicadas”, porque envolvem interesses diversos. “Difícil encontrar posições comuns entre 28 membros. Mas a União Europeia está pronta para este trabalho”, opinou.

Para o alemão, as novas potências modeladoras da globalização, como o Brasil, devem fazer uso deste papel e assumirem responsabilidades internacionalmente. “Em tempos de crescente interdependência mundial, marcada pela globalização progressiva e pelos desafios deste modelo, nosso objetivo é desenvolver uma parceria estratégica com o Brasil”, reforçou Grolig. O diplomata sublinhou que os 25 anos de globalização foram “positivos, apesar de envolverem sempre uma competição difícil entre os países.” “A globalização ofereceu muitas novas oportunidades ao mundo, mas é preciso seguir sempre buscando formas de melhorar na inovação, na infraestrutura e na boa organização da economia.”

Sobre a percepção que o Brasil deve ter de si mesmo após a realização da Copa 2014, Grolig lembrou que, apesar do ceticismo anterior ao Mundial, no que se referia a problemas com estádios, aeroportos, mobilidade e segurança pública, o mundo constatou que o evento foi um sucesso e que o País e o povo brasileiro foram capazes de recepcionar bem os seus
visitantes.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=167426
Atualidades_
http://blog.planalto.gov.br/brasil-tem-futuro-promissor-e-vai-assumir-seu-papel-como-uma-grande-potencia-afirma-presidente-do-forum-economico-mundial/

Brasil tem futuro promissor e vai assumir seu papel como uma grande potência, afirma presidente do Fórum Econômico Mundial

O fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, disse nesta quarta-feira (22) que 2.500 líderes políticos, de negócios, da sociedade civil e da academia estão bastante ansiosos para receber a presidenta Dilma Rousseff em Davos. Em entrevista ao Blog do Planalto, Schwab afirmou que o Brasil tem um futuro bastante promissor e espera ouvir da presidenta Dilma como o país vai assumir seu papel como uma grande potência no mundo.
“Nós também estamos ansiosos para ouvir dela sobre suas políticas futuras, que precisam relançar objetivos e, ao mesmo tempo, garantir que todos os pobres que hoje são deixados à margem do desenvolvimento econômico serão integrados ao sistema de bem-estar social. E como o Brasil vai assumir seu papel como uma grande potência no mundo, este é um futuro bastante promissor”, disse Schwab.
Schwab também comentou o interesse dos participantes do Fórum Econômico Mundial em conhecer as exitosas políticas de inclusão social desenvolvidas pelo governo brasileiro.
“2014 é um ano muito importante para o Brasil. É o ano da Copa do Mundo, o ano da presidência brasileira (…) e, claro, também é ano das eleições. Estamos ávidos para ouvir a presidenta sobre suas políticas de inclusão social. Porque a inclusão social é o problema que está em mente para os participantes do fórum anual em Davos”.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O Barcelona divulgou nesta sexta-feira a nova identidade visual de seu ônibus oficial, usado para deslocamentos na cidade. O veículo agora tem pintura nas cores do clube, azul e grená, além de um enorme escudo na parte traseira. Na dianteira, a inspiração é a Canção do Barça, hino do clube, que tem parte da letra estampada na lateral do ônibus. O veículo tem 14 metros de comprimento e 3,97m de altura, alimentado por um motor de 12,4l e 505 cv.
ônibus do Barcelona
ônibus do Barcelona
ônibus do Barcelona
James Rodríguez e CR7 treinam juntos pela primeira vez no Real Madrid.
Artilheiro da Copa do Mundo e principal reforço do Real Madrid para a temporada, James Rodríguez realizou seu primeiro treino no clube merengue ao lado do astro Cristiano Ronaldo. Além deles, Varane e Benzema participaram de atividades físicas e trabalhos com bola sob a orientação do técnico Carlo Ancelotti. Já Fábio Coentrão, que ainda se recupera de lesão, treinou separadamente.
Poupado para a disputa da Supercopa da Europa, dia 12, contra o Sevilla, James Rodríguez não viajou com o elenco para os Estados Unidos, onde o Real participou de um torneio amistoso.                                                            julia guimaraes 
comentario : acho que o james rodrigues, dara muito certo no real madrid !!