sexta-feira, 25 de julho de 2014

Artes - 

Campanha usa grafite para conscientizar sobre câncer de mama

Uma ação criativa usa a arte para alertar sobre importância da prevenção e diagnóstico precoce do tipo mais comum da doença no sexo feminino. A campanha teve início no Brasile, há pouco tempo, chegou a Londres, tornando-a mundial.
Batizada de "Tinta contra o Câncer", a ação foi lançada pela JWT e A.C.Camargo Cancer Center em outubro do ano passado nos muros paulistanos. Há cerca de três meses a campanha se estendeu para a Europa, mais precisamente na capital inglesa, que recebeu, em um mural localizado na Leonard Street, a intervenção do artista Bleriot.
Assim como os brasileiros, Bleriot retratou, em grafite, umamulher que fez uma mastectomia (cirurgia de retirada do seio). Funciona assim: cola-se sobre os grafites um papel tipo lambe-lambe, criando o efeito de que um dos seios do desenho foi retirado. A ideia surgiu para dar ainda mais força aos esforços da Liga do Rosa, movimento lançado pelo A.C.Camargo Cancer Center, de São Paulo.
A doença, segundo estimativas do INCA, deve atingir 57 milmulheres no país em 2014. A boa notícia é que, diagnosticado precocemente, as chances de sucesso no tratamento do câncer de mama superam os 90%.
Além de abordar a importância da prevenção, a proposta ao retratar a mastectomia é mostrar que a retirada do seio está longe de representar a perda da feminilidade e do amor à vida. "Uma cicatriz no mesmo lugar onde antes estava um seio não representa uma derrota e sim a confiança em superar a doença. Toda mulher em tratamento é uma guerreira, pois seu foco é lutar pela vida", destaca a cirurgiã oncologista e diretora de Mastologia do A.C.Camargo, Maria do Socorro Maciel.
Os grafites da ação recebem a assinatura "Qualquer mulher pode ser vítima do câncer de mama" e da hashtag #LigaDoRosa.  

Arte Contemporânea

Museu de Arte Contemporânea de campinas abre exposição de seu acervo  (Foto: Luiz Granzotto )


Museu de Arte Contemporânea de Campinas expõe 53 obras inéditas


O Museu de Arte Contemporânea de Campinas (Macc) expõe ao público a partir desta terça-feira (1º) um acervo com  53 obras inéditas. A mostra conta com peças de artistas renomados como Tomie Othake, Fayga Ostrower, Sérgio Niculitcheff Juan Esteves, Francisco Biojone e Ricardo Cuzeiro, que passaram a fazer parte da coleção. A entrada é gratuita.

O Macc possui no acervo 660 obras entre esculturas, pinturas, objetos e instalações artísticas que, em sua maioria, vieram por meio de doações dos artistas ou através dos Salões de Arte Contemporânea já realizados no passado.

Ciência revela segredos de gênios da pintura como Van Gogh e Picasso/Artes

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,identificado-quadro-perdido-de-van-gogh,1072892O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:

Ciência revela segredos de gênios da pintura como Van Gogh e Picasso

Técnicas de análise evidenciam como quadros foram pintados antigamente

Ciência revela segredos de gênios da pintura como Van Gogh e Picasso KERRY SHERIDAN/AFP
Professor de química Richard Van Duyne, da Northwestern University, descreve as técnicas científicas que reavivam os tons de vermelho em uma pintura de Renoir durante reunião da American Association for the Advancement of Science em Chicago, em 13 de fevereiro Foto: KERRY SHERIDAN / AFP
Qual a tonalidade de vermelho usado na obra-prima de Renoir? Como Van Gogh concebeu seus girassóis? Picasso realmente usava tinta de pintar parede?
Segundo especialistas, técnicas científicas inovadoras estão ajudando a desvendar a beleza original esmaecida com o passar do tempo das grandes obras-primas da humanidade.
Ao reduzir a miniaturas as técnicas de amostragem, os cientistas conseguem averiguar como as moléculas individuais de uma pintura se comportam de forma diferente, o que lhes permite ver as verdadeiras cores orgânicas, como eram um século atrás.
– Analisamos as moléculas tal qual eram sob a moldura para que nos digam como deveriam ser agora – explica Richard Van Duyne, professor de química da Universidade Northwestern, que escreve um poderoso raio-X e uma técnica em microscópio conhecida como espectroscopia Raman de superfície ampliada, utilizada em um quadro de Renoir em 1883, intitulado Madame Leon Clapisson.
A pintura e sua reconstrução fazem parte de uma exposição, inaugurada no começo deste mês no Institute of Chicago e que mostra como os cientistas deveriam reviver as tonalidades vermelhas e rosadas para restaurar a forma como o quadro foi pintado.
O cientista holandês Joris Dik descreveu como o amarelo cádmio virou acinzentado em Flowers in a Blue Vase (1889), Van Gogh.
– Estamos muito interessados em reproduzir o quadro original – afirmou a jornalistas na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), que se reuniu na semana passada em Chicago.
Uma reconstrução digital das flores que Van Gogh pintou mostrou um ramo de flores amarelas mais brilhante e profundo.
O laboratório de Dik, na Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, está trabalhando agora na recriação da textura da superfície e na cor original em imagem tridimensional para mostrar o que o artista fez sem alterar a obra original.
– Com estas reconstruções digitais não nos vemos submetidos às limitações éticas ou técnicas, que têm os enfoques de conservação padrão – afirmou.
Nova visão dos velhos clássicos 
Algum dia, os entusiastas da arte poderiam ter uma visão – e experimentação – completamente diferente do trabalho de grandes artistas. Hoje em dia, os visitantes do museu Van Gogh, em Amsterdã, podem comprar e levar para casa réplicas tridimensionais impressas das obras do artista genial.
Muitas das técnicas científicas que tentam desconstruir os quadros não são novas, visto que começaram a ser usadas no final de 1880, mas têm sido refinadas com o tempo, afirmaram os especialistas.
A miniaturização do equipamento analítico e a natureza portátil de muitos instrumentos se dirigiram a novos limites na última década, o que implica que se pode fazer mais trabalhos nos museus e que não é necessário o caro e perigoso transporte das obras de arte.
– Não vimos o ápice ainda, (no entanto) estamos em um momento muito interessante – afirma Dik.
A nanotecnologia para estudar a arte e o patrimônio cultural tem aplicações que vão além de outros âmbitos da vida, da fabricação de baterias em miniatura à administração de tratamentos de câncer a pacientes com idade avançada.
– No fim do dia, estamos tratando do mesmo problema. Temos objetos na escala do metro que temos que estudar no nível da molécula individual – afirma Van Duyne.
No ano passado, os cientistas utilizaram a potente energia dos raios-X para revelar que Picasso usava tinta de parede em algumas de suas obras.
– Só foi possível fazer isto porque tínhamos uma resolução espacial muito alta, de forma que pudemos ver coisas extremamente pequenas – afirma o físico Volker Rose, do Laboratório Nacional Argonne.
– Também houve a sensibilidade de coletar os menores vestígios de impurezas – diz.
Embora as revelações tenham levantado muita polêmica, Rose afirma que a mensagem é inspiradora.
– Sabemos que se compramos uma lata de tinta convencional para paredes, qualquer um de nós pode virar um Picasso – desafia.
Referencia: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/02/ciencia-revela-segredos-de-genios-da-pintura-como-van-gogh-e-picasso-4427105.html
http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,museu-dorsay-explora-a-fronteira-entre-loucura-e-genialidade-de-van-gogh,1140931

Origem da Arte de Rua

A arte de rua não possui uma origem ou um criador exato. Na Grécia pré-socrática, os aedos homéricos eram cantores que discursavam em versos e música e percorriam a Grécia cantando um repertório de lendas e tradições populares. Tinham a função de envolver a platéia tanto pela melodia e pelo ritmo quanto pelos movimentos do artista e o sentido das falas. A mobilização ideológica também era exercida por eles.

Outra demonstração artística social pôde ser vista em meados do século XII, na Idade Média. Naquela época, a Literatura Portuguesa acabava de surgir e suas primeiras obras literárias eram elaboradas em versos, ou seja, em poemas.

Sem a invenção da prensa gráfica ou de jornais, os poemas medievais eram declamados em ruas, praças, festas e palácios com o objetivo exclusivo de divulgação. Como tinham acompanhamento musical, receberam o nome de cantigas ou trovas.

O Trovador era o artista que tinha como missão realizar tais apresentações e deixar a todos, principalmente clero e reis, satisfeitos. Entretanto, além do poeta nobre, havia o poeta plebeu, apelidado de Jogral.

O Jogral provinha de uma classe popular, não pertencia a nobreza. Realizava performances mais simples e humildes para os senhorios das terras e assumia o papel de bufão, uma espécie de “bobo da corte” com suas sátiras, mágicas, acrobacias e mímica.

Nesta mesma época, as festas medievais populares contavam com apresentações teatrais, estruturadas em quadros de cena, que consistia em colocar os atores imóveis e congelados numa pose expressiva, dando a impressão de uma pintura. Mais tarde, nas mãos do francês Etienne Decrox nascia a mímica moderna. Para essa forma de arte, ele deu o nome de tableuaux vivants, ou seja, quadros vivos.

Todos os anos acontece na Holanda, na cidade de Arnhem, o Arnhem Mime Festival, evento que reúne estátuas vivas de todo o mundo. No Brasil, é possível encontrá-las em muitas esquinas, ruas e praças de cidades grandes.

A música também teve um papel importante na origem da arte urbana. O historiador Eric Hobsbawm relata em seu livro História Social do Jazz, que este ritmo musical nasceu nos Estados Unidos, no início do século XX, através de um movimento popular negro. Sua semente foi brotada nas regiões de New Orleans, Mississipi e Texas, por trabalhadores negros que após o serviço, tocavam nas ruas seus instrumentos musicais, como o saxofone e a clarineta, em uma maneira de se dispersar do cotidiano cansativo.       

McDonald's Japão suspende importação e venda de produtos de frango da China


   Toquio, 25 Jul 2014 (AFP) - A filial japonesa do grupo de fast-food McDonald's anunciou nesta sexta-feira (25) que suspendeu a importação e a venda no arquipélago de frango e de todos os seus produtos derivados procedentes da China.
    "Decidimos suspender o fornecimento de carne de frango da China para responder à preocupação dos consumidores depois das informações relacionadas a uma fábrica de Xangai" (no centro de um escândalo de carne estragada), explicou o McDonald's Japão, que também decidiu suspender todas as vendas de produtos com frango procedentes da China que se encontram em seus depósitos.
    O McDonald's do Japão comprará todos os produtos de frango da Tailândia para "responder às preocupações de nossos clientes", afirmou o comunicado assinado pela chefe-executiva da empresa no Japão, Sarah Casanova.

 Artes-

Museu de Arte Moderna de São Paulo vai receber a exposição Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje

26/06/2014 13h00
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Museu de Arte Moderna de São Paulo vai receber a exposição Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje entre abril e junho de 2015 (Foto: Divulgação)

Fundação Guggenheim acaba de anunciar que o Museu de Arte Moderna de São Paulo vai receber a exposição Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje entre abril e junho de 2015. A mostra é a segunda expo do projeto Guggenheim Global Art Initiative e é organizada por Pablo León de la Barra e examina as mais significativas práticas de arte contemporânea na América Latina hoje. Daqui a exposição será exibida no Museo Jumex, na Cidade do México, no segundo semestre do ano que vem. “Estamos muito satisfeitos em trabalhar com duas instituições tão significantes na segunda fase do projeto. A grande força desta iniciativa multi-facetada, lançada em abril de 2012, é que nos permite ir além dos muros de nosso museu e engajar artistas, curadores, educadores e público de uma grande parte do mundo, incluindo a América Latina”, afirma Richard Armstrong, diretor do Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation. "Estamos muito honrados e esse intercâmbio vai possibilitar ao público brasileiro uma reflexão contemporânea sobre nossa cultura regional. Colaborar com uma instituição de importância global como o Guggenheim também vai trazer novas perspectivas para as atividades educacionais nos museus, que é um aspecto fundamental de nossa missão", declara Milú Villela, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ao todo a exposição vai contar com quase 50 obras, incluindo instalações, pinturas, fotografias, esculturas e trabalhos em papel.

Artes

Artista plástico lança livro que conta história da arte moderna em Goiás

O artista plástico Gomes de Souza, de 58 anos, propõe na obra “Trançar com as Mãos e Tramar com os Olhos” um resgate da história da arte moderna em Goiás. O lançamento oficial do livro ocorre neste sábado (15), no estúdio do artista, em Goiânia.
Atuante no mercado da arte desde 1957, Gomes de Souza narra essa história com uma visão privilegiada, pois é uma testemunha do processo desde a chegada de artistas como DJ Oliveira, Gustav Ritter e Nazareno Confaloni.
“Tive o privilégio de chegar e conviver com esses pioneiros, com quem eu aprendi não só sobre arte, mas sobre a vida, sobre filosofia. É uma forma de contar a história de dentro pra fora”, afirma.
Ao relembrar esse processo, faz uma valorização dos artistas goianos e aponta a importância do cenário artístico goiano. O livro é fruto da dissertação de mestrado do artista, que surgiu da percepção de que havia uma lacuna na documentação da história da arte goiana. “Quando estava desenvolvendo o mestrado na Faculdade de Artes Visuais (FAV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), vi que não existia um registro, a não ser recortes de jornais, mas não um livro que abordasse a sistemática”, conta.
Gomes de Souza ressalta em seu livro a intensidade com que a arte moderna foi recebida pelos artistas em Goiás. “Uma coisa importante desses 30 e poucos anos que o livro foca são as várias experiências que os artista viveram. Eu digo que em 30 anos vivemos 100 anos do modernismo”, diz.