terça-feira, 6 de maio de 2014

arte rupestre

Arte Rupestre
Arte Rupestre
A arte rupestre é a mais antiga manifestação artística que se tem conhecimento. Para se ter uma ideia, esta forma de arte surgiu no período Paleolítico (40.000 a.C.). De fato, as artes sempre foram um retrato do mundo que cercava o homem. Na arte rupestre isso é muito claro, já que tal forma de arte consistia na realização de pinturas, desenhos e representações artísticas nas paredes das cavernas, retratando aquilo que fazia parte do mundo do homem pré-histórico.
As gravuras feitas na pré-história quase sempre representavam grande animais selvagens, revelando uma grande admiração pela natureza, até então relativamente misteriosa para os homens daquela época.
Estes indivíduos utilizavam ossos e chifres de animais como pinceis e diversos tipos de misturas para servir como tintas. Na maioria das vezes, misturavam sangue de animais, folhas, argila e até excrementos humanos. Os principais sítios de arte rupestre, primeiros museus da história, ficam localizados na França, norte da Espanha, Itália, Portugal e Alemanha.
Por muito tempo, os evolucionistas, aqueles que acreditam na teoria da evolução, proposta por Charles Darwin, pensavam que as manifestações encontradas nas cavernas nada mais eram do que armações criadas pelos criacionistas (acreditam que Deus criou o mundo e todos os seres vivos). A interpretação é simples: segundo Darwin, o homem daquela época não era dotado de capacidade para desenvolver nenhum tipo de arte. Por isso, a arte rupestre colocou em xeque, de certa forma, a teoria da evolução.

O Barroco Mineiro

"O Barroco Mineiro nasceu mestiço como seus criadores, filtrando influências de várias partes de Portugal e do Brasil.  Muitas vezes seu esplendor se esconde no interior das pequenas igrejas de paredes de taipa, quadradas e brancas, revelando-se com impacto quando se abrem as portas. É o que acontece, por exemplo, na Igreja de Nossa Senhora do Ó, em Sabará, ou na Capela do Padre Faria, em Vila Rica, e em várias outras construções da primeira metade do século XVIII".
(Saga: a grande História do Brasil. São Paulo: Abril Cultural, 1981, vol. 2-p.127)
 O Barroco, foi uma das formas de expressão artística mais visíveis entre o século XVII e a primeira metade do século XVIII, no Brasil.
O enriquecimento provocado pela mineração e a forte religiosidade dos povos das minas, favoreceram o desenvolvimento das artes em Minas Gerais.
O barroco desenvolveu-se no Brasil ao lado dos primeiros núcleos urbanos. As principais manifestações dessa arte foram as construções religiosas levantadas em Salvador e Recife. Mas, o auge do barroco, manifestou-se nas cidades mineiras do Ciclo do Ouro, como Ouro Preto e Mariana.
A riqueza resultante da exploração do ouro na região de Minas Gerais estimulou, em Ouro Preto, o surgimento do maior conjunto de arquitetura barroca do mundo e justificou o tombamento da cidade como patrimônio nacional, em 1933, e em patrimônio mundial, em 1980.
Apesar da influência inicial do Barroco europeu, a arte barroca no Brasil assumiu características próprias. 
A arte barroca evoca a religião em cada detalhe: altares, geralmente em madeira, expõe ricos ornamentos espirais ou florais e é todo entalhado com figuras de anjos e imagens revestidas de uma fina película de ouro. Santos em relevo se espalham pelas capelas da nave central, e o teto, representando geralmente um céu em perspectiva, que aumenta a sensação de profundidade no ambiente.
A vida cultural nas Minas Gerais desenvolveu-se principalmente em torno das Igrejas e confrarias. Por essa razão, a arquitetura, a escultura sacra e a música se desenvolveram na região e deixaram importantes registros do barroco brasileiro.
 Na arquitetura, temos importantes construções no estilo barroco,  como a Igreja do Carmo, em São João Del Rei e a Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto. A arquitetura não-religiosa também foi importante nessa época, um exemplo é a cidade de Tiradentes.
Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto.

 Nesta obra, Aleijadinho trabalhou como arquiteto e entalhador e Manuel da Costa Ataíde pintou o teto da nave central.
Na escultura, as obras eram feitas geralmente em madeira ou pedra-sabão, estavam ligadas à religiosidade. Destaque para Aleijadinho, um dos principais representantes do barroco brasileiro. Escultor e arquiteto, Antônio Francisco Lisboa, chamado de Aleijadinho.
 Na pintura, destacou-se Manuel da Costa Ataíde. Ataíde criou seu próprio estilo, utilizando-se de cores vivas, tropicais. Pintou em suas obras figuras cordiais, mas um tanto irreverentes. Sua obra de maior destaque está no teto da nave da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto. Obra realizada entre 1800 e 1809.
 Representação da Assunção de Nossa Senhora, em que anjinhos mulatos substituem os rosados querubins dos modelos tradicionais europeus. A Virgem Maria, também mulata, exibe os traços da mulher que era companheira do pintor.
 Na literatura, o barroco expressou-se fortemente na poesia, que fazia parte do cotidiano dos homens letrados da época. Mas a maior parte dos poemas caracterizaram-se como literatura oral, e eram declamados em festas e ocasiões específicas. Dentre os poetas barrocos destacou-se o baiano Gregório de Matos e Guerra (1636-1695).
http://www.historiamais.com/barrocoII.htm

PINTURA ACADÊMICA (BRASIL)

Em meados do século XIX, o Império Brasileiro conheceu certa prosperidade econômica, proporcionada pelo café, e certa estabilidade política, depois que Dom Pedro II assumiu o governo e dominou as muitas rebeliões que agitaram o Brasil até 1848. Além disso, o próprio imperador procurou dar ao país um desenvolvimento cultural mais sólido, incentivando as letras, as ciências e as artes. Estas ganharam um impulso de tendência nitidamente conservadora, que refletia modelos clássicos europeus.
Uma das características gerais da pintura acadêmica é seguir os padrões de beleza da Academia de Belas Artes, ou seja, o artista não deve imitar a realidade, mas tentar recriar a beleza ideal em suas obras, por meio da imitação dos clássicos, principalmente os gregos, na arquitetura e dos renascentistas, na pintura.

Os principais artistas acadêmicos são:

Pedro Américo de Figueiredo e Melo
- Sua pintura abrangeu temas bíblicos e históricos, mas também realizou imponentes retratos, como o De Dom Pedro II na Abertura da Assembléia Geral, que é parte do acervo do Museu Imperial de Petrópolis - RJ. A sua obra mais divulgada é O Grito do Ipiranga, que atualmente no Museu Paulista.

Vitor Meireles de Lima
- Em 1861, produziu em Paris, a sua obra mais conhecida A Primeira Missa no Brasil. No ano seguinte, já em nosso país, íntou Moema, que trata da famosa personagem indígena do poema Caramuru, de Santa Rita Durão. Os seus temas eram os históricos, os bíblicos e os retratos.

José Ferraz de Almeida Júnior
- Considerado por alguns críticos o mais brasileiro dos pintores nacionais do século XIX. Suas obra retratam temas históricos, religiosos e regionalistas, além disso produziu retratos, paisagens e composições. Suas obras mais conhecidas são: Picando Fumo, O Violeiro e Leitura.
http://www.historiadaarte.com.br/linha/academicabr.html

Arte na mão…

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http://afraneo.wordpress.com/2008/06/29/arte-na-mao/

futurismo artes]

O primeiro manifesto foi publicado no Le Fígaro de Paris, em 22/02/1909, e nele, o poeta italiano Marinetti, dizendo que "o esplendor do mundo enriqueceu-se com uma nova beleza: a beleza da velocidade. Um automóvel de carreira é mais belo que a Vitória de Samotrácia". O segundo manifesto, de 1910, resultou do encontro do poeta com os pintores Carlo Carra, Russolo, Severini, Boccioni e Giacomo Balla. Os futuristas saúdam a era moderna, aderindo entusiasticamente à máquina. Para Balla, "é mais belo um ferro elétrico que uma escultura". Para os futuristas, os objetos não se esgotam no contorno aparente e seus aspectos se interpenetram continuamente a um só tempo, ou vários tempos num só espaço. O grupo pretendia fortalecer a sociedade italiana através de uma pregação patriótica que incluía a aceitação e exaltação da tecnologia. 
O futurismo é a concretização desta pesquisa no espaço bidimensional. Procura-se neste estilo expressar o movimento real, registrando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço. O artista futurista não está interessado em pintar um automóvel, mas captar a forma plástica a velocidade descrita por ele no espaço. 

Principais artistas: 

GIACOMO BALLA
, em sua obra o pintor italiano tentou endeusar os novos avanços científicos e técnicos por meio de representações totalmente desnaturalizadas, embora sem chegar a uma total abstração.Mesmo assim, mostrou grande preocupação com o dinamismo das formas, com a situação da luz e a integração do espectro cromático. A formação acadêmica de Balla restringiu-se a um curso noturno de desenho, de dois meses de duração, na Academia Albertina de Turim, sua cidade natal. Em 1895 o pintor mudou-se para Roma, onde apresentou regularmente suas primeiras obras em todas as exposições da Sociedade dos Amadores e Cultores das Belas-Artes. Cinco anos mais tarde, fez uma viagem a Paris, onde entrou em contato com a obra dos impressionistas e neo-impressionistas e participou de várias exposições. Na volta a Roma, conheceu Marinetti, Boccioni e Severini. Um ano mais tarde, juntava-se a eles para assinar o Manifesto Técnico da Pintura Futurista. Preocupado, como seus companheiros, em encontrar uma maneira de visualizar as teorias do movimento, apresentou em 1912 seu primeiro quadro futurista intitulado Cão na Coleira ou Cão Atrelado. Dissolvido o movimento, Balla retornou às suas pinturas realistas e se voltou para a escultura e a cenografia. Embora em princípio Balla continuasse influenciado pelos divisionistas, não demorou a encontrar uma maneira de se ajustar à nova linguagem do movimento a que pertencia. Um recurso dos mais originais que ele usou para representar o dinamismo foi a simultaneidade, ou desintegração das formas, numa repetição quase infinita, que permitia ao observador captar de uma só vez todas as seqüências do movimento.. 

CARLO CARRA

  • (1881-1966), junto com Giorgio De Chirico, ele se separaria finalmente do futurismo para se dedicar àquilo que eles próprios dariam o nome de Pintura Metafísica. Enquanto ganhava seu sustento como pintor-decorador freqüentava as aulas de pintura na Academia Brera, em Milão. Em 1900 fez sua primeira viagem a Paris, contratado para a decoração da Exposição Mundial. De lá mudou-se para Londres. Ao voltar, retomou as aulas na Academia Brera e conheceu Boccioni e o poeta Marinetti. Um ano mais tarde assinou o Primeiro Manifesto Futurista, redigido pelo poeta italiano e publicado no jornal Le Figaro. Nessa época iniciou seus primeiros estudos e esboços de Ritmo dos Objetos e Trens, por definição suas obras mais futuristas. Numa segunda viagem a Paris entrou em contato com Apollinaire, Modigliani e Picasso. A partir desse momento começaram a aparecer as referências cubistas em suas obras. Carrà não deixou de comparecer às exposições futuristas de Paris, Londres e Berlim, mas já em 1915 separou-se definitivamente do grupo. Juntou-se a Giorgio De Chirico e realizou sua primeira pintura metafísica. Em suas últimas obras retornou ao cubismo.Publicou vários trabalhos, entre eles La Pittura Metafísica (1919) e La Mia Vita (1943), pintor italiano. Representante do futurismo e mais tarde da pintura metafísica, influenciou a arte de seu país nas décadas de 1920 e 1930.

ART NOUVEAU NO BRASIL

                                          ART NOUVEAU NO BRASIL

 No Brasil, observam-se leituras e apropriações de aspectos do estilo Art Nouveau na arquitetura e na pintura decorativa. Em sintonia com o  boom do ciclo da borracha, entre 1850/1910, as cidades de Belém e Manaus tem, incorporados à sua arquitetura, vários elementos Art Nouveau.

Neste palacete observamos as grades das janelas, o portão de entrada (em ferro fundido) e inetrnamente a existencia de vários lustres.
Residência de Antonio Faciola
          No norte do país o Art Nouveau também teve incorporado elementos da cultura local, como homens marajoaras e indígenas.
          No Rio de Janeiro tem-se a influencia do Art Nouveau na Confeitaria Colombo, inaugurada em 1905.
Em São Paulo temos um edifício importante que representa o Art Nouveau: a Vila Penteado, projetada pelo arquiteto sueco Carlos Ekman (1866-1940) e construída em 1902 para abrigar duas importantes famílias paulistas, a do Conde Antonio Álvares Penteado e a de seu genro, Antônio Prado Junior.

          Situado na Rua Maranhão, no Bairro de Higienópolis, o prédio foi doado à USP em 1949, a luxuosa construção de dois pavimentos, com mais de 60 cômodos, é hoje a sede da Pós Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP
 Podemos então resumir o movimento em algumas características chaves:
1-      Temática naturalista (flores e animais);  
2-      Motivos icônicos, estilísticos e tipológicos derivados da arte nipônica;  
3-      Arabescos lineares e cromáticos; preferência pelos ritmos baseados na curva e variantes; a cor, tons frios, pálidos, transparentes, formados por zonas planas, ou esfumadas  
4-      Recusa da proporção e equilíbrio simétrico, a busca de ritmos musicais, em elementos ondulados e sinuosos  
5-      Propósito de comunicar por empatia um sentido de agilidade, elasticidade, leveza, juventude, otimismo.
 REFERÊNCIA://arquitracobrasil.files.wordpress.com

POP ART

                               POP ART 

Depois da morte de Marilyn Monroe,em 1962, o artista Andy Warhol passou a pintar uma série de retratos da diva, entre eles Marilyn, a obra homenageada hoje no projeto Um Pouco de Arte para sua Vida. Uma mesma imagem da atriz - a foto em preto e branco de divulgação do filme Torrente de paixão, de 1953 - foi a base para todas as gravuras e pinturas de Warhol com o rosto da diva.
Na foto original Marilyn era retratada com fascínio e despreocupação. No entanto, as alterações do artista na imagem criam uma série de atmosferas distintas e destacavam a natureza ilusória do estrelato. Em algumas pinturas a atriz era retratada como ícone religioso, enquanto em outras obras ela aparecia como vítima da cultura de celebridades que lhe trouxe fama.

A técnica utilizada na obra foi a serigrafia, que já tinha sido utilizada pelo artista em seus trabalhos comerciais. Quando descobriu que o método também era adequado para a arte, Warhol conseguiu, segundo ele mesmo, "a mesma imagem um pouco diferente de cada vez".

3 detalhes de Marilyn se destacam:

1. Lábios:

Em um retrato tradicional, todo cuidado é tomado para que a imagem saia perfeita. Aqui Warhol faz exatamente o oposto: imita deliberadamente os defeitos de impressão. A área colorida de rosa não corresponte exatamente aos lábios de Marilyn e o artista deixou, conscientemente, de branquear seus dentes.


2. Olhos:
O artista manipulou a foto original, exagerando a maquiagem em uma paródia das convenções de beleza. Os olhos sombreados de Marilyn, bem como o batom, foram retocados com uma grosseira camada de cor. Além disso, seus cabelos oxigenados têm o mesmo tom amarelo do olho.


3. Linha dos cabelos:

Warhol se esforçou para fazer o real parecer irreal. Uma linha esquemática separa o rosto de Marilyn dos cabelos. O rosto lembra uma máscara e os cabelos uma peruca, nada na imagem parece genuíno. A aparência artificial é ainda mais enfatizada pelas cores chapadas e artificiais
Ficha Técnica - Marilyn:
Autor: Andy Warhol 
Onde ver: Tate, Londres, Reino Unido 
Ano: 1967 
Técnica: Serigrafia sobre papel 
Tamanho: 91cm x 91cm 
Movimento: Pop Art


REFERÊNCIA :http://noticias.universia.com.br