SÉTIMA TOP Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de Artes e Atualidades. É mantido por alunos de uma turma de 8º ano do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica. Imagem: Romero Britto, Mistura de Raças
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Brasil será 5ª maior potência em 2014 (mas vai durar pouco)
Simulação da Austin Rating mostra que país será superado por Índia, Rússia e Indonésia nos anos seguintes
São Paulo – O Brasil deve ser a quinta maior potência econômica em 2014, mas não deve manter a posição por muito tempo. A partir das projeções divulgadas nessa semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a agência de classificação de riscos Austin Rating simulou o ranking das 10 maiores economias para os próximos anos.
Se os dados projetados pelo FMI se confirmarem, estimou a Austin, o Brasil alcançará a quinta posição no ranking das maiores economias em 2014 (o país deve terminar 2012 como a sétima maior economia). A boa colocação do país, porém, não deve durar muito tempo. A agência de classificação estima que, em virtude dos demais países emergentes apresentarem taxas de crescimento maiores que o Brasil, o país perderá posições no ranking para a Índia em 2018, Rússia em 2021 e Indonésia em 2024.
O que nos ajuda?
Em relatório, os economistas da Austin afirmam que o principal motivo do avanço do Brasil no ranking será a taxa de crescimento da economia nacional, que deve ser muito acima dos registrados em outras economias desenvolvidas.
No relatório de expectativas, o FMI informou que espera que o Brasil cresça 1,5% neste ano, ante previsão de crescimento de 2,5% do relatório anterior. Para 2013, a expectativa do fundo é de um crescimento de 4% no PIB.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Atualidade
Balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira (6) aponta que a epidemia do vírus ebola na África Ocidental já matou 932 pessoas. Segundo a OMS, 45 mortes foram registradas entre os dias 2 e 4 de agosto.
Os países afetados pela epidemia são Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria.
O número de casos suspeitos, prováveis e confirmados subiu 108 no mesmo período, chegando a 1.711. Das mortes recentemente notificadas, 27 foram na Libéria, que teve 516 casos e 282 mortes pela doença desde que o surto começou, em fevereiro.
A Guiné, onde foi identificado o primeiro foco, teve 10 novos casos e 5 mortes, enquanto em Serra Leoa, 45 novos casos aumentaram o número total para 691, com 13 mortes recentemente notificadas, elevando o número de mortos no país para 286.
Na Nigéria, o quarto país a ser afetado, o número de casos suspeitos subiu de 4 para 9. Os dados da OMS incluem uma morte na Nigéria, de um homem que passou mal ao chegar no país de avião, em um voo que saiu da Libéria, via Gana e Togo.
Uma enfermeira que tratou dele também morreu, disse o ministro da Saúde da Nigéria nesta quarta-feira.
Os números da OMS não fazem menção à Arábia Saudita, onde um homem morreu na quarta-feira depois de voltar de uma viagem de negócios em Serra Leoa.
A OMS reúne um Comitê de Emergência na quarta e na quinta-feira para decidir se o surto constitui uma emergência de saúde pública de alcance internacional e, em caso afirmativo, o que fazer sobre isso.
A diretora-geral da organização, Margaret Chan, informou representantes nacionais na terça-feira, segundo um comunicado da OMS, e esboçou uma ação tripla: intensificação das medidas nos quatro países afetados, medidas para reduzir a propagação internacional, e o tratamento de uma área da África Ocidental como um "setor unificado".
Essa área -na fronteira de Serra Leoa, Guiné e Libéria- estaria sujeita a "medidas de saúde pública destinadas a reduzir o movimento dentro e fora da área", disse o comunicado.
Atualidades
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Eleições e a importância do voto
Atualidades
O voto, ou sufrágio, como é também conhecido, é um dos principais instrumentos utilizados para eleições de representantes políticos ou para tomar decisões políticas, em espaços em que há consulta popular para isso, como nos casos de referendos ou plebiscitos.
No Brasil, são eleitos através do voto diversos representantes políticos da população, como vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, além de governadores e presidentes da República.
Desde a Constituição de 1988 que o sufrágio universal foi instituído para a escolha dos ocupantes desses cargos acima mencionados. Sufrágio universal significa que todo o cidadão dentro das normas legais tem direito ao voto. Tal configuração de participação política foi uma vitória no sentido de ampliação dos critérios da democracia representativa no país, já que todos os cidadãos com mais de 16 anos, homens ou mulheres, alfabetizados ou analfabetos, têm direito a escolher seu representante através do voto.
Porém, na história do voto do Brasil, nem sempre foi assim. As votações que existiam durante a colônia e durante o Império brasileiro estavam restritas a homens que detinham certo nível de renda. Com o advento da República, o voto foi estendido aos demais homens, mas não às mulheres. Estas somente puderam participar das eleições no Brasil a partir de 1932, com a reforma do Código Eleitoral.
A existência dos períodos ditatoriais, como entre 1937 e 1945 e entre 1964 e 1985, diminuiu muito a abrangência da participação política dos cidadãos na escolha de seus representantes políticos. A restrição histórica à participação de boa parte da população na escolha de seus representantes através do voto fez com que o sufrágio universal estabelecido na Constituição de 1988 ganhasse uma enorme importância.
Através do voto, é possível ao eleitor e ao cidadão escolher dentre um leque de opções previamente estabelecido uma pessoa que o representará em algumas das instituições políticas por um período determinado. Essa escolha, na forma ideal, deve ser feita com consciência política e após uma análise das propostas do candidato e de sua viabilidade de aplicação, além do histórico pessoal e político do candidato.
Intensas campanhas são feitas para combater a compra de votos, uma prática ainda comum durante as eleições no Brasil. Através da compra do voto, políticos com maior poder econômico conseguem influenciar de forma considerada não ética um maior número de eleitores. A compra de votos é crime no Brasil, mas isso não quer dizer que ela não exista.
Por outro lado, diversos posicionamentos críticos em relação à democracia representativa apontam que os financiamentos de campanhas, que são legais, acabam também fazendo com que as classes que têm maior poder econômico coloquem seus representantes no poder, limitando a abrangência da democracia. Nesse caso, somente as campanhas eleitorais milionárias teriam capacidade de serem vitoriosas nas principais eleições.
Outra característica do voto no Brasil é que ele é obrigatório. Há campanhas para que o voto seja facultativo, uma escolha das pessoas que querem eleger seus representantes. A favor desse posicionamento há o argumento de que tal medida diminuiria os casos de corrupção nas eleições, além de ampliar a possibilidade de escolha dos cidadãos, já que poderiam começar escolhendo se querem votar ou não.
