sexta-feira, 25 de julho de 2014

Artes Visuais

As Artes Visuais envolvem diversos recursos e formas de expressão. Por meio de desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens, utilizando papel, tinta, gesso, argila, madeira e metais, filmadoras, máquinas fotográficas, programas de computador e outras ferramentas tecnológicas, o artista busca representar o mundo real ou o seu imaginário.
Assim, o campo de atuação nas Artes Visuais é amplo. O bacharel da área tem preparo para exercer as funções de direção de arte, animação, planejamento e execução de cenários, videografismos e maquetes, para cinema, teatro, televisão e vídeo. Também pode criar ilustrações, histórias em quadrinhos, cartuns, capas de livros, fazer editoração e diagramação em empresas jornalísticas e de mídia impressa, trabalhos com DVD, multimídia e sites de internet em produtoras de mídia eletrônica.
O maior incentivo dos governos federal, estaduais e municipais na área cultural amplia o mercado para esse profissional, que pode trabalhar em institutos e centros culturais, atuando como monitor, organizador de eventos, educador e coordenador. Já quem cursa uma licenciatura, com o preparo que recebe para a atividade educacional, tem a opção de dar aulas em escolas da rede de ensino infantil, fundamental e médio, além de lecionar em cursos livres de artes.
No Instituto de Artes, Câmpus de São Paulo, nas modalidades licenciatura e bacharelado, o aluno de Artes Visuais é estimulado a participar de monitorias, programas de iniciação científica, núcleos de ensino, grupos de pesquisa e atividades de extensão e empreendedorismo. Para algumas dessas atividades são oferecidas bolsas. A partir do segundo ano, o estudante pode participar de convênios com universidades públicas estaduais e instituições internacionais.
Além da teoria e da prática na criação artística
e no ensino, estudante vivencia mercado
Durante todo o curso, as noções práticas próprias à experimentação artística e ao ensino-aprendizagem de artes são associadas às abordagens teóricas, históricas e críticas. A produção artística está presente em disciplinas sobre artes tradicionais – como desenho, pintura, gravura, cerâmica e escultura – e artes emergentes – fotografia, cinema, animação, televisão, vídeo, design gráfico e de produto, multimídia, web art, instalação, escultura sonora, performance e arte do corpo.
Os estágios obrigatórios de licenciatura e de bacharelado oferecem possibilidades de vivência e contato com a realidade de mercado. Os trabalhos de conclusão de curso, que sintetizam toda a formação do aluno, acabam constituindo seu portfólio para inserção no mercado de trabalho.
O curso é diurno, sendo estimuladas atividades de convivência acadêmica nos dois primeiros anos e ações de inserção na sociedade nos anos subsequentes. O estudante poderá cursar uma ou as duas modalidades, de acordo com o interesse pessoal e a disponibilidade de vagas e de horários.
A prova de habilidades, exigida no vestibular, consta de questões práticas de desenho de observação e de criatividade, bem como de perguntas sobre história da arte (concentrada nos séculos XX e XXI) e teoria da linguagem visual.




Artes-
           Vincent Van Gogh

Introdução 
Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.
Biografia 
Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade deAmsterdã.  Mesmo 
sem
 terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.

Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.

O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi  morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo.  Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas
Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis.  Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada. 
Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua ideia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão.  Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.  
Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas 
No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhetratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.
 Retrato do Dr. Gachet (1890): uma das obras mais famosas de Van Gogh
Principais obras de Van Gogh:
- Os comedores de batatas (1885)
- Caveira com cigarro acesso (1886)
- A ponte Debaixo de Chuva
- Natureza morta com absinto
- A italiana (1887)
- A vinha encarnada
- A casa amarela (1888)
Auto-retratos
- Retrato do Dr. Gachet
- Girassóis
- Vista de Arles com Lírios
Noite Estrelada
- O Escolar
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
- Vista de Arles, Pomar em flor
- A Igreja de Auvers 
Curiosidades da vida de Van Gogh:
- Durante sua vida, Vicent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte.
- No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante. 

Impressionismo

Impressionismo foi um movimento que surgiu na pintura francesa do século XIX, vivia-se nesse momento a chamada Belle Epoque ou Bela Época em português. O nome do movimento é derivado da obra Impressão: nascer do sol (1872), de Claude Monet. Tudo começou com um grupo de jovens pintores que rompeu com as regras da pintura vigentes até então.

Os autores impressionistas não mais se preocupavam com os preceitos doRealismo ou da academia. A busca pelos elementos fundamentais de cada arte levou os pintores impressionistas a pesquisar a produção pictórica não mais interessados em temáticas nobres ou no retrato fiel da realidade, mas em ver o quadro como obra em si mesma. A luz e o movimento utilizando pinceladas soltas tornam-se o principal elemento da pintura, sendo que geralmente as telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as variações de cores da natureza.

Réplica da orelha de Van Gogh feita com células vivas está em exposição/Artes


France Presse

Réplica da orelha de Van Gogh feita com células vivas está em exposição

Réplica da orelha cortada de Vincent Van Gogh está exposta no museu ZKM, na Alemanha (Foto: AFP PHOTO/THOMAS KIENZLE)Réplica da orelha cortada de Vincent Van Gogh está exposta no museu ZKM, na Alemanha (Foto: AFP PHOTO/THOMAS KIENZLE)
Um museu alemão informou nesta quarta-feira (4) que está em exposição uma réplica da orelha cortada de Vincent Van Gogh, fabricada, entre outras coisas, com cartilagem de um descendente do irmão do pintor holandês.
"A orelha foi criada com tecidos de cartilagem e tem a mesma forma que a de Van Gogh", declarou Dominika Szope, porta-voz do Centro para a Arte e os Meios de Comunicação ZKM de Karlsruhe, no oeste da Alemanha.
A equipe da artista holandesa Diemut Strebe, que ajudou os cientistas, usou células da cartilagem de um tataraneto de Theo Van Gogh, irmão do célebre pintor. As células vivas se associaram a componentes técnicos dando lugar a uma "obra de arte viva". A réplica da orelha ficará exposta em Karlsruhe até 6 de julho e depois irá para Nova York, em 2015.
Van Gogh (1853-1890) foi uma das maiores figuras do pós-impressionismo, apesar de jamais ter gozado de reconhecimento em vida. Seu irmão Theo o apoiou financeiramente durante seus dez anos de carreira artística, iniciada tardiamente aos 27 anos. Em 1888, durante um ataque de loucura, Van Gogh cortou uma de suas orelhas. Seu amigo e também pintor Paul Gauguin estava presente nesse momento.
 Referencia: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2014/06/replica-da-orelha-de-van-gogh-feita-com-celulas-vivas-esta-em-exposicao.html

O Grito

O Grito (no original Skrik) é uma série de quatro pinturas do norueguêsEdvard Munch, a mais célebre das quais datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O plano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par daMona Lisa de Leonardo da Vinci.

Copa do Mundo 2014

Neymar vira queridinho na Argentina após dizer que torceria por Messi.

A declaração de Neymar de que deixaria de lado a rivalidade para torcer por seus amigos Messi e Mascherano na final da Copa atingiu em cheio o coração dos argentinos, que agora morrem de amores pelo camisa 10 do Brasil.
Centenas de torcedores se reuniam nesta segunda-feira (14) no centro de Buenos Aires para recepcionar a seleção vice-campeã do mundo, que no domingo (13) perdeu por 1 a 0 para a Alemanha no Rio. A reportagem conversou com alguns deles sobre o que pensam de Neymar. Todos mostraram, além de respeito, admiração pelo atacante.
"Essa declaração recente dele só mostra que é um menino de grande coração, que valoriza as amizades acima de tudo", afirmou o profissional autônomo Jorge Villandagos, de 64 anos, que foi todo elogios também ao futebol do atacante. "É jovenzinho, mas tem tudo para ser um dos maiores da história do futebol. Todos na Argentina ficamos tristíssimos quando ele se machucou e ficou fora da Copa."
Em entrevista coletiva na semana passada, Neymar contrariou a tendência na torcida brasileira e disse que gostaria de ver a Argentina campeã, por causa de seus amigos de Barcelona. "Neymar é argentino", manchetou o jornal Olé em reportagem sobre a entrevista.
"Qualquer outro brasileiro torceria pela Alemanha, mas ele mostrou que sua amizade com Messi é mais importante que a rivalidade em campo", disse o professor Emanuel Moreno, de 28 anos.

Obra permite que visitantes entrem em quadro de Van Gogh em MG/Artes



Obra permite que visitantes entrem em quadro de Van Gogh em MG

Instalação interativa em tamanho real é atração em Juiz de Fora.
Os visitantes podem posar dentro da obra e levar a foto para casa.

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Exposição Van Gogh Juiz de Fora 1 (Foto: Nathalie Guimarães/ G1)Visitantes podem interagir com a obra e se inserir no "quadro" (Foto: Nathalie Guimarães/G1)
Uma instalação em cartaz neste mês no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), em Juiz de Fora, permite interagir com um trabalho do artista holandês Vincent Van Gogh. Os visitantes podem entrar, tocar e se sentar em “O quarto do artista em Arles” na Galeria Arlindo Daibert. A instalação idealizada por Rafael Ski recria o quadro do artista sob nova perspectiva e em proporções reais, para que as pessoas possam interagir e sentir as sutilezas do ambiente transposto da tela para a realidade.
A nova abordagem da obra de Van Gogh está atraindo a curiosidade dos visitantes do CCBM. O servidor público Wesley Borel foi surpreendido pelo efeito. "Eu já conhecia a obra de Van Gogh de um museu em Amsterdã. Aqui, na instalação, é inusitado. Você pode ficar, literalmente, dentro do quadro", descreveu.
O trabalho conquista até quem não conhecia a obra inicialmente, como o caso da comerciante Daniele Lamas, que estava no Centro Cultural para outro evento. Ela viu a instalação de longe e ficou curiosa. "Cheguei perto para ver o que era e achei muito interessante", disse ela, que aproveitou para fazer o registro fotográfico do quarto.
O professor de Arquitetura Frederico Braida destacou o potencial da instalação como oportunidade de ensino. "Já conhecia o trabalho do artista e gosto. É uma forma diferente de aprender sobre a obra ao poder se inserir na tela", analisou.
Exposição Van Gogh Juiz de Fora 2 (Foto: Nathalie Guimarães/ G1)
Como parte da interação, uma câmera fixada em frente à instalação irá captar fotos dos visitantes, e um software processará a imagem alterada com efeitos que remetem às pinceladas de Van Gogh. O visitante, após posar para a câmera, poderá imprimir a fotografia e levar para casa. As imagens também serão exibidas no site do projeto que também terá um modelo 3D do quadro.
O objetivo do projeto é fazer uma releitura de Van Gogh e permitir a discussão dos novos rumos da arte em relação ao surgimento de novas mídias, além de mostrar novas possibilidades artísticas. "Surgiu de uma forma meio despretensiosa, em meio a pesquisas sobre novas mídias e tecnologia para instalações interativas. Encontrei um código livre que lembrava um pouco as pinceladas de Van Gogh com fotos. O trabalho que eu tive foi de adaptar para uma câmera ao vivo. Aí eu comecei a achar que poderia fazer um trabalho maior", explicou o artista Rafael Ski em entrevista ao MGTV.
Ainda de acordo com ele, a ideia inicial era fazer um cenário, mas acabou rendendo algo com vida própria. "Durante a pesquisa para construção deste quarto, ele começou a se tornar uma coisa tão interessante, que acabou se tornando a obra principal e o que era o início virou um complemento", contou. Mais de 20 pessoas trabalharam na criação da instalação, de marceneiros a estudantes de Arquitetura, ara construir a representação do quadro, que durou cerca de um ano.
A obra fica exposta até 27 de abril, com visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 21h e aos sábados e domingos das 10h às 21h. A entrada é gratuita.






Exposição Van Gogh Juiz de Fora 3 (Foto: Nathalie Guimarães/ G1)         Referencia: http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/04/obra-permite-que-visitantes-entrem-em-quadro-de-van-gogh-em-mg.html