sexta-feira, 20 de junho de 2014

História do Cubismo

Artes

Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne, pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza como se fossem cones, esferas e cilindros. Para Cézanne, a pintura não podia desvincular-se da natureza, tampouco copiava a natureza; de fato, a transformava. Ele dizia: “Mudo a água em vinho, o mundo em pintura”. E era verdade. Em suas telas, a árvore da paisagem ou a fruta da natureza morte não eram a árvore e a fruta que conhecemos - era pintura. Preservavam-se as referências exteriores que as identificavam como árvore ou fruta, adquiriam outra substância: eram seres do mundo pictórico e não do mundo natural. Por isso, é correto dizer que Cézanne pintava numa zona limite, na fronteira da natureza e da arte.

Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram a representar os objetos com todas as suas partes num mesmo plano. É como se eles estivessem abertos e apresentassem todos os seus lados no plano frontal em relação ao espectador. Na verdade, essa atitude de decompor os objetos não tinha nenhum compromisso de fidelidade com a aparência real das coisas. 
O pintor cubista tenta representar os objetos em três dimensões, numa superfície plana, sob formas geométricas, com o predomínio de linhas retas. Não representa, mas sugere a estrutura dos corpos ou objetos. Representa-os como se movimentassem em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos visuais, por cima e por baixo, percebendo todos os planos e volumes. 

Principais características:
• Geometrização das formas e volumes 
• Renúncia à perspectiva 
• O claro-escuro perde sua função 
• representação do volume colorido sobre superfícies planas 
• sensação de pintura escultórica 
• cores austeras, do branco ao negro passando pelo cinza, por um ocre apagado ou um castanho suave 

Briga entre camaroneses continuou no vestiário após derrota para a Croácia

Atualidades

O clima entre os jogadores do próximo adversário do Brasil, Camarões, não está nada bom. A briga entre os companheiros de seleção Benjamin Moukandjo e Benoit Assou-Ekotto ao final da partida contra a Croácia, em que os africanos foram goleados por 4 a 0, não terminou em campo. 

Os dois discutiram ainda no gramado e foram separados por Benjamin Moukandjo. Só que, segundo relatos da imprensa camaronesa, os dois continuaram discutindo no corredor ao sair do campo e até mesmo no vestiário, onde voaram garrafas de água e sobraram empurrões, apesar dos companheiros de equipe tentando contê-los. 
O clima só esfriou quando, por sorte, Assou-Ekotto foi sorteado para o exame antidoping e teve que se dirigir à sala em que a Fifa realiza o controle. 
 
Na coletiva após a partida, o técnico da equipe, Assou-Ekotto, já definiu o problema como uma "vergonha", mesmo termo utilizado pela Federação Camaronesa em sua nota oficial sobre o ocorrido. A entidade prometeu que irá estudar uma punição para seus atletas, mas isso deve acontecer apenas depois do Mundial. 
 
Com duas derrotas, Camarões já está eliminado da Copa do Mundo e apenas cumpre tabela na terceira rodada do Grupo A, na segunda-feira, contra o Brasil. 

1ª fase desenha mata-mata com pedreira para Brasil e moleza para Argentina

Atualidades

Os resultados da primeira fase e a atual classificação dos grupos já apontam que a seleção brasileira pode encontrar um caminho bem difícil no mata-mata, caso confirme o favoritismo e avance na competição na semana que vem. Há a possibilidade de, confirmando-se os prognósticos, o Brasil enfrentar Itália ou Uruguai nas quartas, e França ou Alemanha nas semifinais.

Por outro lado, a Argentina, classificando-se em primeiro de seu grupo, poderá ter um caminho muito mais suave, sem enfrentar nenhum campeão mundial até a finalíssima. O adversário com maior tradição que cruzaria seu caminho seria a Holanda.

20.jun.2014 - Messi sorri durante treino descontraído da seleção da Argentina, nesta sexta-feira, em Belo HorizonteEsse era um cenário já previsto logo depois do sorteio que definiu os grupos da Copa, ainda no ano passado. Mas a tendência se intensificou com a eliminação precoce da Espanha e a ascensão da surpreendente Costa Rica.

Para entender como ocorre o chaveamento até a final, basta imaginar dois ramos de seleções classificadas em seus grupos que se eliminam mutualmente, até que no dia 13 de julho, as duas que sobrarem de cada ramo disputam a final.

Dois turistas japoneses foram assaltados no domingo em Recife, onde o Japão havia jogado contra a Costa do Marfim no dia anterior, noticiou o Jiji Press

Atualidades

Os japoneses, ambos em seus 20 anos de idade, tiveram suas carteiras e câmeras roubadas por dois jovens armados com facas por volta das 3:20 da tarde, horário local, enquanto passeavam pela cidade. Nenhuma vítima ficou ferida, mas suas carteiras continham dinnheiro equivalente a cerca de ¥ 100.000 no total, disseram as fontes.

Turistas japoneses são assaltados no Brasil.

Turistas japoneses são assaltados no Brasil.

Por volta das 4 da tarde, um outro homem japonês, em seus 40 anos, teve sua bolsa roubada por dois indivíduos. O japonês conseguiu pegá-la de volta, mas ficou levemente ferido. A polícia prendeu um dos assaltantes no local enquanto o outro fugiu.

Um funcionário da embaixada japonesa no Brasil alertou para não reagir ou perseguir os ladrões porque seria perigoso.

Em conexão com os incidentes, o chefe de Gabinete Yoshihide Suga, em entrevista coletiva em Tóquio, disse ter informações de que quatro cidadãos japoneses foram vítimas de roubo ou outros crimes em Recife, e outros quatro em São Paulo. O governo japonês está pedindo cautela, principalmente por meio de suas bases estrangeiras no Brasil, acrescentou.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As pinturas surrealistas de Mehdi Ghadyanloo, um transformador da arte de rua no Irã (FOTOS)


Teerã, capital do Irã, pode não ser a primeira cidade que você pensa ao contemplar o vasto universo da arte de rua. Porém, ao ignorar as manifestações culturais do Oriente Médio você vai perder o trabalho de Mehdi Ghadyanloo, um artista de rua que trouxe mais de 100 ilustrações fantásticas para as paredes e paisagem urbana de Teerã.
street art
Old Memories of Tehran (Antigas memórias de Teerã)
Ghadyanloo começou decorar arranha-céus e edifícios de escritórios há oito anos, em Teerã, buscando combinar espaços arquitetônicos minimalistas com cenas surreais de outros universos. Como sequências de sonhos exagerados, as imagens retratam figuras e estruturas que desafiam a gravidade em outras dimensões, tudo a partir de perspectivas alteradas que se fundem com o céu e as estruturas reais da cidade.
Prolífico, o artista vem revelando ao público estrangeiro a diversidade da arte de rua em Teerã. "Graffiti é ilegal aqui no Irã, como em muitos outros países, os grafiteiros em Teerã trabalham à noite", explicou Ghadyanloo ao The Huffington Post. "Quanto aos outros campos da arte, o investimento na arte visual e na pintura é um pouco melhor do que era há oito anos, durante a presidência de [Mahmoud] Ahmadinejad, mas tudo depende de boicotes econômicos contra o enriquecimento nuclear iraniano".
Aparentemente a estranha explicação refere-se à enorme coleção de arte que se esconde em armazéns sob o Museu de Arte Contemporânea de Teerã desde a Revolução Islâmica, em 1979. O museu gostaria de expandir suas instalações, a fim de mostrar as obras de arte raramente vistas (incluindo pinturas de Picasso, Van Gogh e Monet) em uma exposição permanente; no entanto, os representantes do museu citam as sanções internacionais como um obstáculo econômico para as artes e o financiamento cultural. E o levantamento dessas sanções depende das negociações nucleares.
Confira uma pequena mostra da arte de rua de Ghadyanloo. Abaixo, deixe seus pensamentos sobre as pinturas nos comentários.

A artista plástica bauruense Mariana Alencar se prepara para expor seus trabalhos pela primeira vez fora do Brasil. Quatro telas da artista foram selecionadas pela curadoria da Internacional Association of Plastic Artists in Japan para serem expostos em eventos em Portugal e Japão.
Primeiramente, Alencar expõe suas telas no terminal de cruzeiros em Funchal, Ilha da Madeira, de 5 a 25 de junho. Depois, suas obras seguem para o Japão para outras duas exposições. Entre 27 e 29 de junho, seu trabalho será mostrado na Galeria Bunkamura, em Oizumi. De 5 a 13 de julho, as pinturas ficarão expostas na Eki Naka Galeria, na cidade de Ota.
As exposições contam com 92 artistas de 20 países: Japão, Brasil, Portugal, Malta, França, Estados Unidos, Espanha, Canadá, México, Chile, China, Austrália, Itália, Finlândia, Suécia, República Tcheca, Islândia, Inglaterra, África do Sul e Argentina. Alencar é a única artista plástica brasileira que terá obras expostas com os quadros Vejo Flores em Tudo o que eu Vejo, Do Ventre o Amor, O Vendedor de Cata-ventos e Aonde Nasce e Mora Todo o Amor. “Um outro brasileiro vai expor, mas são fotografias”, explica a bauruense.
Alencar revela que até o final do ano passado não havia planos imediatos de transpor as fronteiras nacionais com seu trabalho. “Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Entrei em um grupo de artes do Facebook de São Paulo e postei  foto de uma arte que tinha feito. Uma moça curtiu, começamos a conversar e ela era curadora e morava no Japão. Isso foi no final do ano passado. Ela se interessou pelos meus quadros. Em fevereiro, ela me mandou o convite para estas exposições”, relata a artista, que voltará a um país onde morou de 2003 a 2008. “Morei no Japão cinco anos, mas ainda não pintava. Voltar para lá com outro objetivo vai proporcionar outra visão daquele país”, projeta.
A exposição “repentina” não chega a ser exceção na vida da artista. Empresária, a bauruense é autodidata e começou a pintar exatamente há um ano. Rapidamente, o que era, a princípio, um hobby ganhou proporções inesperadas. Uma surpresa positiva. “Comecei a pintar e depois de quatro meses já comecei a fazer exposições em Bauru e em Jaú. As coisas começaram a surgir muito rápido. Hoje, depois de um ano, estou indo para fora”, celebra.
Inspiração noturna
A rotina de produção artística de Alencar é noturna. A artista divide seu tempo entre o trabalho como empresária e os cuidados com a filha. “Eu pinto só de madrugada. Trabalho todos os dias até dez e meia da noite e tenho uma filha pequena. Chego em casa depois do trabalho e, quando minha filha vai dormir, é um horário em que não tenho mais preocupação com nada. Aí eu pinto até três, quatro horas da manhã quase todos os dias”, relata.
Em um ano de pintura, Alencar já produziu 14 telas, todas em tinta acrílica em cores alegres e vibrantes, e que começam com um esboço em carvão, detalha a artista. “Minha pintura é muito primitivista, não tem sombreado. Nunca a tela termina do jeito que comecei. Sempre tem uma coisa que a gente muda. É do momento. Mas tem sempre um esboço, uma ideia”, explica. A inspiração vem do dia a dia, observações captadas em meio à rotina. “São momentos que vivi. Eu tenho um quadro de cata-vento que é de Bauru, um senhor que vende cata-vento e eu conheço. Também me inspiro na natureza, música”, cita.